Campanha salarial de jornais e revistas: patrões recuam na retirada de direitos

O Sindicato dos Proprietários dos Jornais e Revistas de Minas Gerais recuou da proposta de acordo salarial que reduzia o pagamento das horas, não concedia nem a reposição da inflação e previa a retirada de diversos direitos, entre eles a complementação do salário por doença ou acidente de trabalho.

A nova proposta que vai ser discutida amanhã (2/8) prevê reposição de 1,54%, manutenção do pagamento das horas extras pré-contratadas nos moldes atuais, ou seja, com as duas ainda sendo pagas 100%.

O Sindicato dos Jornalistas deixou bem claro que não vai permitir redução salarial em hipótese nenhuma e que os cortes nos percentuais das 2 horas e no acúmulo de função são indiscutíveis, pois representam perdas salariais para uma parte representativa da categoria.

No entanto, a empresa insiste na redução da multa por descumprimento da convenção e do corte do percentual do adicional noturno. Hoje a multa por descumprimento é de 30% e o adicional, 50%. Uma nova reunião está agendada para quinta-feira. Em seguida, o Sindicato vai percorrer as redações para discutir com os trabalhadores a nova proposta que deve ser apresentada nessa reunião.

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[1/8/18]

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