O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Aloísio Morais, a diretora da entidade, Vera Godoy, e o advogado Luciano Marcos da Silva, participaram de uma reunião com os jornalistas da TV Record, na redação da emissora, na tarde do dia 28/7, para esclarecer algumas dúvidas relativas à redução da jornada de sete para seis horas, adotada pela empresa sem prejuízo financeiro. De acordo com a função, o salário-base chega a R$ 2.400 e o salário bruto não sofre alteração, apesar da redução de jornada. Segundo a Record, a medida tem como objetivo “oferecer mais qualidade de vida aos seus colaboradores”.
Durante a reunião, foram apresentadas questões relativas às mudanças que o novo sistema de ponto eletrônico devem provocar, principalmente no que diz respeito ao intervalo de alimentação dos profissionais. Como já havia ocorrido no jornal HOJE EM DIA, o Sindicato dos Jornalistas se dispôs a verificar junto ao Ministério de Trabalho, assim como a empresa, uma forma de compatibilizar o sistema com o trabalho dos jornalistas, sem que as empresas se exponham a multas trabalhistas, e sem prejuízo para as atividades dos profissionais.
A reunião com o pessoal da redação deu seqüência ao encontro mantido na manhã da sexta-feira, 23/7, entre o presidente do Sindicato dos Jornalistas, Aloísio Morais, o vice-presidente, Arthur Lobato, e o advogado da entidade, Luciano Marcos da Silva, na sede da emissora, com a direção da emissora. Na ocasião, participaram do encontro, pela empresa, o presidente da TV Record Minas, Carlos Alves, o supervisor administrativo-financeiro, Leandro Nascimento, a chefe de Recursos Humanos, Viviane Moura, além da advogada da empresa, Heloíza Klemp dos Santos.
A reunião foi solicitada pelo sindicato para esclarecimento de dúvidas encaminhadas por jornalistas da TV relacionadas à redução da jornada de trabalho.Durante o encontro com o sindicato, o presidente da Record em Minas, Carlos Alves, informou que mais 20 jornalistas foram contratados recentemente pela emissora, atendendo às necessidades de sua expansão no estado. Na ocasião, ele ressaltou que a empresa só está contratando jornalistas diplomados e continuará adotando essa política. “O jornalista com formação universitária é, sem dúvida, mais qualificado e capacitado para atender à atividade profissional e às necessidades jornalísticas da empresa”, destacou.
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