Em comunicado expedido em 13 de janeiro, o escritório regional da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ) para a América Latina e a Federação dos Jornalistas da América Latina e do Caribe (Fepalc) engajaram-se na Chamada Global de Solidariedade ao Povo do Haiti. Há jornalistas entre as mais de 2,5 milhões de vítimas do terremoto ocorrido no dia 12. No Brasil, os Sindicatos dos Jornalistas de Pernambuco e do Paraná já se engajaram na campanha de ajuda humanitária.
Gregorio Salazar, diretor do Escritório Regional da FIJ para a América Latina, destacou a importância de ações rápidas para socorrer as vítimas da catástrofe, que já fez mais de 200 mil mortos. "É preciso uma ampla mobilização mundial de solidariedade com o povo haitiano para evitar que outro grande número de pessoas arrisque suas vidas pela incapacidade de satisfazer as necessidades mais básicas", disse.
A preocupação deve-se ao fato de que as condições de vida tendem a deteriorar-se rapidamente devido à ausência de hospitais, a interrupção das comunicações e todos os tipos de escassez de saúde e alimentação.
No comunicado foi registrado um relato da União Nacional dos Trabalhadores de Imprensa (SNTP), da República Dominicana – muitas das vítimas do terremoto no Haiti são de nacionalidade dominicana - apontando esforços em descobrir o destino de colegas jornalistas haitianos e correspondentes internacionais.
Solidariedade
O Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco engajou-se aos esforços do Comitê de Solidariedade ao Haiti, instalado no dia 14 de janeiro. A entidade vem estimulando a doação de alimentos não perecíveis, água mineral, roupas e brinquedos. Iniciativa no mesmo sentido vem sendo tomada pelo Sindicato dos Jornalistas do Paraná, que orienta os interessados a como fazer doações.
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