Dono do Hoje em Dia, Ruy Muniz mantém desrespeito a direitos dos trabalhadores

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O SJPMG vai pedir ao MPT a abertura de um inquérito contra novas demissões irregulares cometidas pelo jornal Hoje em Dia, de Ruy Diniz

Um dos candidatos mais ricos do Brasil, com patrimônio declarado na Justiça Eleitoral, em 2022, de R$ 158 milhões, mais uma vez, demite trabalhadorea sem pagar ao menos o salário do mês trabalhado. Ex-prefeito de Montes Claros e candidato derrotado ao cargo de deputado federal, ficando como suplente, Ruy Muniz (Avante), dono do jornal Hoje Em Dia, não pagou até hoje os salários dos jornalistas demitidos e não quitou ainda os vencimentos dos Um dos candidatos mais ricos do Brasil, co que permanecem na empresa. O jornal também não recolhe FGTS, não paga salário e vale-refeição em dia e, recentemente, passou a não quitar também as férias.

Ruy Muniz repete a prática de 2016, quando dispensou dezenas de trabalhadores do jornal sem pagamento de verbas rescisórias na data prevista e o salário do mês inteiro trabalhado. Até hoje, muitos demitidos nessa época ainda não receberam um centavo. Muniz e suas empresas no ramo do jornalismo, saúde e educação são conhecidas da Justiça do Trabalho e das entidades de classe por demitir sem pagar verbas rescisórias na data prevista e por descumprir recorrentemente a lei trabalhista.

Como se não bastasse ser demitido e não receber ao menos o salário do mês inteiro trabalhado, o ex-prefeito também determinou o cumprimento do aviso prévio, ou seja, os jornalistas já demitidos correm o risco de trabalhar para Muniz por dois meses sem receber. Entre os demitidos, estão trabalhadores que estariam de férias.

A empresa chegou a participar de uma mediação na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, no dia 8/2, onde se comprometeu a quitar salários e férias devidas para todos e também a recolher as verbas rescisórias para quem não tivesse interesse em fazer um acordo de demissão, mas não compareceu na reunião que aconteceria hoje (14/2).

Os onze jornalistas, mas seguem trabalhando sem salário de janeiro e também não receberão o de fevereiro, pois a empresa depois de demitir e dar o aviso, está propondo parcelamento da rescisão a ser homologada extrajudicialmente.

O SJPMG vai pedir ao MPT a abertura de um inquérito contra mais essas demissões irregulares.

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