Gasto com militares cresce e pressiona finanças estaduais, mostra estudo

Folha de pagamento dos governos com a categoria já é de R$ 80 bilhões. Em alguns estados, quantidade de inativos e pensionistas já é maior do que a de ativos.

Por G1

As finanças estaduais estão sendo pressionadas pelo aumento de gastos com militares, considerando policiais e bombeiros. Um estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta segunda-feira 29/4 mostra que a folha de pagamento dessa categoria nos estados é de quase R$ 80 bilhões.

Os gastos com militares têm afetado as finanças estaduais basicamente por dois motivos. Primeiro, é uma categoria que tradicionalmente se aposenta mais cedo do que as demais. Segundo, a quantidade de militares inativos é crescente, e os salários são maiores do que o observado entre os trabalhadores ativos.

Os militares nos estados são formados em sua maioria por praças (90%) das PM e Corpos de Bombeiros. Os gastos com militares do Exército, Marinha e Aeronáutica são de responsabilidade da União.

Em média, o salário dos militares estaduais que estão na ativa é de R$ 5.237, a remuneração dos inativos é de R$ 7.860,62 e a de pensionistas chega a R$ 4.820,70.

Clique aqui para ler a íntegra.

 

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[29/4/19]

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