Sindicato se solidariza a servidores da Justiça processados por ex-presidente do TJMG

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais se solidariza aos servidores da Justiça de Primeira Instância em Minas Gerais e seu sindicato, Serjusmig, que estão sendo processados pelo ex-presidente do TJMG, Pedro Carlos Bitencourt Marcondes, e pela Associação dos Magistrados Mineiros (Amagis).

Como bem definiu o Serjusmig em vídeo, os processos configuram uma clara ameaça à liberdade sindical e à liberdade de expressão.

Os trabalhadores da Justiça estão sendo processados por terem compartilhado em redes sociais, pessoais e fora de horário e local de trabalho, uma reportagem publicada na imprensa sobre salários dos juízes.

A matéria “Juízes estaduais e promotores: eles ganham 23 vezes mais do que você”, da edição de 12 de junho de 2015 da revista Época, que pode ser lida clicando aqui, revelou que a remuneração do ex-presidente do TJMG era a mais alta do país – R$ 125 mil, quase quatro vezes o teto constitucional (R$ 33 mil).

Sindicalistas e servidores nada mais fizeram senão exercer um direito garantido nas Constituições Federal e Estadual, por cujo cumprimento devem zelar os representantes do Judiciário.

O Sindicato dos Jornalistas soma-se aos mais de 20 sindicatos dos trabalhadores do Judiciário de diversos estados brasileiros que, em encontro de comunicação realizado em Belo Horizonte, se solidarizaram aos servidores perseguidos.

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Um comentário

  1. Obrigada ao Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais pelo apoio e em especial por nos ajudar a denunciar essa grave situação enfrentada pelo sindicato e os servidores citados na matéria.
    É gravíssima a situação e sem dúvida uma séria ameaça ao movimento sindical e ao exercício da liberdade de expressão.

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